Fatos, histórias e imagens da Baixada Fluminense.

Articles by "Mage"

Ruínas do "Convento de São Boaventura" (1596), um grandioso convento Jesuíta com exatos 423 anos, que deu origem a "Freguesia de Santo Antônio de Sá" (atual Itaboraí, próximo ao COMPERJ). A "Vila de Santo Antônio de Sá de Itaboraí" englobava Itaboraí, parte de São Gonçalo, Cachoeiras de Macacu, Tanguá, Guapimirim e parte de Magé. A importância das ruínas do "Convento de São Boaventura" dá até medo aos olhos de um observador, tamanha a sua grandiosidade.


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Essa é a situação atual das ruínas da "Casa das Três Portas" (1764), antiga Câmara e Cadeia da "Villa de Estrela" (atual Pq. Estrela, divisa entre Duque de Caxias e Magé, na beira do Rio Inhomirim). Em cima do outeiro, as ruínas da Igreja de Nsa. Sra. dos Mares, construída em 1650 pelo colono português Simão Botelho, dono da vasta "Freguesia de Inhomirim".A "Casa das Três Portas" foi construída em 1764 para ser, primeiramente, a "cadeia" do Arraial de Inhomirim. Em 1846, com a criação da "Villa de Estrela", a Casa das Três Portas foi transformada na sede da Câmara Municipal da Villa de Estrela, função que perduraria até 1891, quando a "Villa de Estrela" foi extinta, dando origem ao atual distrito de Imbariê (Duque de Caxias) e Vila Inhomirim (Magé). O local, atualmente, está ermo e totalmente abandonado, pois nem mesmo os moradores locais conhecem a História que este local viveu na História do Brasil Colônia e do Brasil Império.


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Localizada sobre um grande outeiro defronte ao antigo Porto do Rio Suruí, no distrito de Suruí, em Magé. Foi construída pelo colono português Inácio de Bulhões, dono da "Sesmaria do Sorehy" (grande produtora da Centenária "Farinha de Mandioca de Suruí", produzida pelos índios desde épocas remotas), um dos locais com ocupação portuguesa mais antiga de Magé, datando de 1565 (contemporâneo a fundação da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro por Estácio de Sá). Os mageenses de Suruí tem orgulho de possuírem esta jóia histórica de 309 anos em seu bairro 


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Pesquisa do Prof. Gilberto
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A estação do Meio da Serra ficava, como o nome diz, na metade do trecho da serra de Petrópolis. Foi inaugurada em 1883, e nela o trem somente parava se houvesse passageiros para subir ou descer. Foi desativada com a linha, em 5 de Novembro de 1964, e o prédio sobreviveu, favelizado e descaracterizado. "Meio da Serra, localizada no bairro de mesmo nome, bem na divisa entre os municípios de Magé e Petrópolis, tendo como divisa a estrada de rodagem, a antiga Rio-Petrópolis, hoje chamada de Estrada Velha da Estrela. A estação está localizada em plena só. Quem passa por ali vê um lugar homogêneo. De lá se tem uma bela vista para a Baía de Guanabara e arredores. Só as pontes denunciam sua antiga existência. Havia por ali a Fábrica de Tecidos Cometa, que possuía linha ferroviária própria, com acesso pouco depois da estação Meio da Serra. A fábrica ainda tem suas ruínas e chaminés visíveis no meio da mata.


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A segunda Igreja de Nosso Senhor do Bomfim que fica na cidade de Magé, na Baixada Fluminense.No Morro do Bonfim estão situadas a Capela do Nosso Senhor do Bonfim, construída em 1883, e a famosa mirindiba, uma árvore centenária que, segundo a lenda, seria uma índia, de linhagem Tupinambá, que foi encantada pelo pajé de sua tribo. A construção religiosa elementar conserva as características de outras capelas filiais em Magé, apesar de ter alvenaria de tijolos. Mesmo moderna, a fachada possui forma triangular e cunhais clássico, sendo o campanário com desenho mais leve e delicado.Erguida em 8 de Setembro de 1876, observa a cidade aos seus pés do cume da maior elevação do centro de Magé, e de lá é possível visualizar, não só para os pontos da cidade, como o Rio de Janeiro, a Baía de Guanabara com suas ilhas, como: o pequeno arquipélago de Paqueta e Ilha do Governador, a Serra dos Órgãos e a Baixada Fluminense e seu verde.


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